Endereço: Rua Joaquim Antunes, 210, Pinheiros - São Paulo , SP - Brasil - 05415-000

Telefone: 11 3085-4148

Preço: $$$$  (Mais que R$100)

Em um ambiente rústico e minimalista, o restaurante Mani é comandado pelos chefs Daniel Redondo e Helena Rizzo que trazem pratos espetaculares. Entre os principais destaques estão o arroz de lula, o risoto de beterraba e o tentáculos de polvo na brasa sobre purê de batata-doce roxa e chips. O menu degustação é uma boa forma de provar várias das delícias feitas pelos chefs, mas prepare o bolso.

Conheça também Patrocinado
Promova seu negócio no Kekanto e deixe-o em destaque entre milhares de estabelecimentos.
saiba como
AGELLO CUCINA-CAMPO BELO Prove nosso delicioso almoço executivo por R$52 Pizzaria Tonelli Frango Frito A melhor pizzaria do Campo Limpo!
Dicas rápidas Ver todas as dicas
Opiniões dos consumidores
Se o restaurante ja era bem falado antes, agora que está entre os 50 melhores do mundo ficou ainda mais cobiçado. Fizemos reserva com antecedência...mas havia gente na espera desde a hora em que chegamos e que ainda estavam lá a hora que estávamos indo embora, esperando por uma mesa.
A comida é excelente, desde o couvert, com um polvilho fresco enorme que vem dentro de um saco...é uma das especialidades da padaria deles, que fica ao lado.
Variedade de sucos naturais e sobremesas diferentes.
Minha namorada comeu um atum selado e adorou, enquanto eu optei por um file mignon.
Recomendo, mas vá de carteira aberta...os preços são altos.
Sobre o restaurante Mani ( especialmente pra você Johanna Gomez Ampudia que pediu minha opinião )

Começo este post com um trecho muito pertinente do livro Mar sem Fim ( Amyr Klink ) e com ele quero dizer: Vá, experimente e dê sua opinião, pois a minha é só a minha e não uma verdade.

"“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor..." Amyr Klink

Começando pela estrutura, achei uma estrutura bastante simples, não feia e nem mal cuidada, porém simplista, sem requinte.
O atendimento foi nota 10, apesar da espera enorme que havia na porta ( 1h a 1h30 ). Todos educados, solícitos, simpáticos e impecavelmente uniformizados. Voltarei à estrutura quando for para concluir MEU veredito.

Ao sentar a mesa acabamos por pedir ( ou deixar vir ) o couvert e foi um grande erro de principiante, pois o couvert além de muito caro é dispensável: apenas um pão razoável e três grandes biscoitos de polvilho com dois tipos de manteiga e uma colhada ( porções ínfimas ). E quando digo não caia no couvert não é só ou para economizar, mas sim para evitar este mico. Pelo valor de dois couvert você e seu acompanhante poderá pedir uma entradinha que será muito mais criativa e saborosa sem estufar suas respectivas barrigas.

Sobre os pratos principais tenho a dizer que não me impressionaram tanto, a Dani pediu um talharim aos três cogumelos que estava feito a perfeição ( mas eu faço igual em casa, portanto não impressiona apenas pelo fato de estar perfeito ) e eu pedi uma bochecha de boi com tutano e purê de Taioba e sobre o meu prato tenho a dizer que as bochechas estavam perfeitamente cozidas, desmanchando na boca, o purê estava delicioso e equilibrado, MAS tanto o tutano quanto o molho estavam uma verdadeira salmoura.

O cardápio me decepcionou também pela falta de opções, poucos pratos e os mesmos não tinham uma identidade tão bem definida. É uma mistura de "brasilidade" com "francesidade" que me soou confuso ou pouco estimulante.

As sobremesas, apesar de caras, foram boas.

E, como prometi para o gran finale, tenho que voltar a falar da estrutura e demais itens mencionados. Como acredito que tudo na vida é uma somatória e "divisória" para ver se dá uma "multiplicatória" meu veredito é: não voltarei.

Sou do tipo que come na casa de pescador, em restaurante de PF, no Fasano ou num contemporâneo moderno de médio preço que impressiona por sua criatividade, MAS quando vou num lugar caro também sei ser chato.
E pelo preço que pagamos achei o lugar simples demais, com detalhes que incomodam como algumas fiações que aparecem, espelhos com bisotê mal feito, descascando e mal alinhados ao serem afixados na parede. Paredes muito brancas que ultrapassam a barreira do "clean" para ser um pouco sem decoração mesmo.... E os os defeitos mencionados em meu prato.
RSRSRSRS Falei que também sei ser chato? Pois é, se me cobram bem, têm que me impressionar....

Banheiros pequenos e feinhos completam a falta de requinte de um lugar que se propõe a cobrar bem carinho por sua comida e serviço.

Mas, como diz Amyr Klink: " um homem precisa viajar por sua conta "
Começo este post com um trecho muito pertinente do livro Mar sem Fim ( Amyr Klink ) e com ele quero dizer: Vá, experimente e dê sua opinião, pois a minha é só a minha e não uma verdade.

"“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor..." Amyr Klink

Começando pela estrutura, achei uma estrutura bastante simples, não feia e nem mal cuidada, porém simplista, sem requinte.
O atendimento foi nota 10, apesar da espera enorme que havia na porta ( 1h a 1h30 ). Todos educados, solícitos, simpáticos e impecavelmente uniformizados. Voltarei à estrutura quando for para concluir MEU veredito.

Ao sentar a mesa acabamos por pedir ( ou deixar vir ) o couvert e foi um grande erro de principiante, pois o couvert além de muito caro é dispensável: apenas um pão razoável e três grandes biscoitos de polvilho com dois tipos de manteiga e uma colhada ( porções ínfimas ). E quando digo não caia no couvert não é só ou para economizar, mas sim para evitar este mico. Pelo valor de dois couvert você e seu acompanhante poderá pedir uma entradinha que será muito mais criativa e saborosa sem estufar suas respectivas barrigas.

Sobre os pratos principais tenho a dizer que não me impressionaram tanto, a Dani pediu um talharim aos três cogumelos que estava feito a perfeição ( mas eu faço igual em casa, portanto não impressiona apenas pelo fato de estar perfeito ) e eu pedi uma bochecha de boi com tutano e purê de Taioba e sobre o meu prato tenho a dizer que as bochechas estavam perfeitamente cozidas, desmanchando na boca, o purê estava delicioso e equilibrado, MAS tanto o tutano quanto o molho estavam uma verdadeira salmoura.

O cardápio me decepcionou também pela falta de opções, poucos pratos e os mesmos não tinham uma identidade tão bem definida. É uma mistura de "brasilidade" com "francesidade" que me soou confuso ou pouco estimulante.

As sobremesas, apesar de caras, foram boas.

E, como prometi para o gran finale, tenho que voltar a falar da estrutura e demais itens mencionados. Como acredito que tudo na vida é uma somatória e "divisória" para ver se dá uma "multiplicatória" meu veredito é: não voltarei.

Sou do tipo que come na casa de pescador, em restaurante de PF, no Fasano ou num contemporâneo moderno de médio preço que impressiona por sua criatividade, MAS quando vou num lugar caro também sei ser chato.
E pelo preço que pagamos achei o lugar simples demais, com detalhes que incomodam como algumas fiações que aparecem, espelhos com bisotê mal feito, descascando e mal alinhados ao serem afixados na parede. Paredes muito brancas que ultrapassam a barreira do "clean" para ser um pouco sem decoração mesmo.... E os os defeitos mencionados em meu prato.
RSRSRSRS Falei que também sei ser chato? Pois é, se me cobram bem, têm que me impressionar....

Banheiros pequenos e feinhos completam a falta de requinte de um lugar que se propõe a cobrar bem carinho por sua comida e serviço.

Mas, como diz Amyr Klink: " um homem precisa viajar por sua conta "
O Maní é uma excelente opção para aqueles que gostam de boa gastronomia e opções surpreendentes de pratos. A diversidade e brasilidade (palavras que até soam sinônimos) do local são magníficas e tudo é de primeira.

Sugiro a sobremesa "Da lama ao Caos" (homenagem ao Chico Science & Nação Zumbi), sem dúvida essa foi uma das sobremesas/experiências mais diferentes que já tive no quesito gastronômico. Acredito ser a sobremesa mais diferente entre os restaurantes de São Paulo. Quem visita o Mani tem que pedir essa sobremesa! Mesmo que você ache o gosto horrível, a explosão de sabores na boca é algo tão impressionante que vale muito a experiência.

Além dos ótimos pratos, a decoração do local é muito atraente, principalmente o teto, que parece uma espécie de ninho de passarinho. O ambiente é calmo, aconchegante, seus tons claros e o branco predominante nos remetem um ar pacífico.

Não deixe de saborear a entrada chamada "Ovo Perfeito", ele realmente é perfeito, mais que isso, ele é esplêndido. Este ovo é cozido e acompanha uma espuma de pupunha, demora em torno de 1h e 30 m para ficar pronto, devido a complexidade de seu cozimento.
Com certeza uma experiência inesquecível. O ambiente é muito bonito, o atendimento é de primeira e os pratos são espetaculares. A entrada com variedade de pães é irrecusável. Provei a bochecha de boi e estava maravilhosa, e de sobremesa algo inusitado, “Da lama ao caos”: doce de berinjela defumada, coalhada orgânica de leite de cabra, pistaches caramelados, gelatina de flor de laranjeira, pele de lima da Pérsia confeitada, massa Philo e sorvete de gergelim preto. Com certeza merece estar entre os 50 melhores restaurante do mundo.
O Mani é um restaurante para quem quer ter uma experiência com a alta gastronomia. Tudo é incrível. Da decoração ao prato final. Primeiro entramos em um corredor lindo e cheio de pinturas coloridas e depois passeamos para um espaço mais rústico, enfeitado com árvores. Os garçons são pessoas extremamente atentas aos clientes e dão as melhores dicas para quem já conhece ou para quem vai pela primeira vez.

Provei um delicioso Peixe do Dia com Tucupi, Banana da Terra e Migalhas do Mani (uma especie de farofa que fica em cima do peixe). Quem sugeriu esse prato foi o próprio garçom e acertou em cheio. Um peixe delicioso, leve e bem apresentado. Também pedimos uma sopa fria de jabuticaba, com um gostinho meio agridoce, feita com camarão no vapor de cachaça. Quem vai no Mani não se arrepende. A experiência culinária vale muito a pena!
É um bom restaurante, mas overrated.

Pouco lembro do que comi, prova mais uma vez de que não é nada assim super diferente e memorável. Mas lembro da entrada, nhoque de madioquinha com caldo de tucupi.
Razoável. Tinha uma leve acidez e uma leve sensação de adormecer do tucupi (bem leve mesmo, é só como se desse uma textura no caldo claro e liquido) . Sabor diferente. Mas não propriamente gostoso.

Não me lembro oque comi de prato principal, acho que foi cordeiro.

Tomamos duas capirinhas. Apenas ok.

E a sobremesa foi a famosa da lama ao caos. Pelo menos aí esperava me surpreender. Nada.
Pontos extremamente doces, como a maioria dos doces brasileiros, outros sem graça mesmo.

Do couvert lembro de ter achado bem gostoso o queijo com pimenta rosa.

Enfim, acho que cada um deve ir pra ter sua própria opinião sobre o local. Mas eu esperava mais. Quando se cobra um salário mínimo por uma refeição é natural que o cliente espere ser arrebatado e surpreendido. Coisa que não aconteceu comigo.

Exibindo de 1 a 7
Total de opiniões: 59
Você conhece o Maní? Escreva uma opinião! Dê sua nota! Nota geral
Passe o mouse pelas estrelas clique para dar nota

Opinião
Para enviar fotos ou preencher os campos adicionais, faça seu (Você não perderá a opinião escrita)

Quais hotéis em São Paulo estão promoção? Ver hotéis
Baixe grátis o app do Kekanto Escolha sua plataforma: