Kinoshita

Premiado restaurante japonês na Vila Nova com ambiente intimista e sushis assinados pelo chef Murakami
nota 4.6 de 5 em 23 opiniões
| Rank: 28º de 820 | Restaurantes Japonês

Endereço: Rua Jacques Felix , 405, Vila Nova Conceição - São Paulo , SP - Brasil - 04509-000

Telefone: (11) 3849-6940 - (11) 3846-7327 - (11) 3

Preço: $$$$  (Mais que R$100)

Com mais de 30 anos de tradição na culinária japonesa, o Kinoshita inovou ao trazer o conceito Kappo Cuisine, pelas mãos do chef Murakami. Em um ambiente intimista e refinado, a casa oferece aos clientes o fator surpresa, deixando a decisão do prato na mão do chef. Para os conservadores, o local traz pratos inovadores, sem perder a essência. A pedida aqui é escolher o Menu Degustação.

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Opiniões dos consumidores

Especialista em Restaurantes Japoneses com 64 opiniões

O restaurante é muito bom em geral. O dono é atencioso e simpático e o ambiente é muito bem decorado. Há muitos atendentes o que ajuda a qualidade do serviço prestado.

Os pratos (sushis e sashimis) são muito bons apesar das porções serem comedidas.

Entretanto, fiquei desapontado com o Kinoshita Roll. Ao ler a descrição do menu, esperei um roll de enguia, mas ao chegar vi que a quantidade de enguia era pequena e, proporcionalmente, havia muito mais ovo, arroz e kani. Por R$80+, me senti ludibriado.

O jantar para 2, sem sobremesa ou bebida alcoolica, ficou em R$270.

Especialista em Restaurantes Japoneses com 20 opiniões

30/11 - Desta vez quem preparou o menu degustação foi o Wilson Kinoshita, pedimos que fizesse umas poucas alterações no menu, como a exclusão dos pratos quentes, isso torna o improviso mais atraente.

Sem sombra de dúvida é o melhor restaurante japonês, mesmo com um menu muito bom, o restaurante sempre se renova não se prendendo a pratos perfeitos, a linha que o Wilson seguiu sai muito do tradicional, existe uma predominância de combinações inusitadas, e temperos mais fortes, como o shot de ostras uma combinação de gema, ovas de salmão, fatias de quiabo, limão siciliano e gosta de tabasco, servido numa taça e feito para ser degustado de uma só vez, mas deixando um pouco na boca, para sentir todos os sabores, outra combinação surpreendente foi o Pate de Morcilia, que consiste em retirar o conteúdo da morcilia, adicionar shoyo, gengibre e misso, bater e aquecer levemente, fantástico, ou o sushi de toro com foie gras, ou so sushi de salmão king trufado, este Menu especial foi composto de 10 pratos, com direito a bis de um deles.

Na linha de renovação, experimentamos duas coisa muito novas, uma delas era o salmão king, que é uma seleção do melhor do melhor dos salmões, outra foi o atum de aguas quentes, que foi trazido do recife, a diferença é ter uma carne mais saborosa e macia com um pouco menos de gordura.

O único e pequeno porem foi a carta de saque estar menor e desfalcada, que foi compensada pelo ótimo Hakutsuro dry.

Finalizamos com uma degustação de sobremesa, que incluia 4 tipos, todos excelentes, as sobremesas eram; um moti com recheio de chocolate belga, a outra era uma pera cozida a vacuo acompanhada de uma fatia de abacaxi caramelizada, depois um sorvete de café e, o campeão, que era um inédito, creme de tofu, que na minha opinião foi a melhor.

Alonguei-me um pouco devido ao entusiasmo, não experimentei ainda o serviço nas mesas, mas pelo que eu vi, dos tempuras e dos sushis servidos, e dos pratos quentes percebe-se que o Restaurante não tem nenhum problema em se adaptar ao gosto do cliente, digo isso porque o chef Wilson, preparou uma dupla de sushi de salmão com uma gema crua de ovo de codorna por cima para uma cliente especial, até comentei que seria mais difícil comer o sushi sem deixar a gema cair do que, faze-lo, o chef Wilson disse que não tinha problema nenhum, a Carolzinha sempre pedia essa dupla, a Carolzinha tem 5 anos.

Especialista em Restaurantes Japoneses com 20 opiniões

É considerado um dos melhores restaurantes gourmet premium contemporâneo desta nova leva artística. O Chef Murakami fez ótimas escolhas, seja de arquitetos, decoradores, pratos, bebidas, etc. Sempre destaque em guias como Veja São Paulo e Guia Quatro Rodas, e presentes em outros guias, como o São Paulo Guide (da rede Hilton de hotéis), posso confirmar que vale a pena conhecer. Mas fica o primeiro aviso, prepare seu bolso!!
Você pode escolher o prato que quiser no menu do restaurante, entre pratos crus ou não, mas minha recomendação é outra. Optar pelo menu degustação (há três opções, claro, do mais simples e com menos unidades, até os mais completos e com iguarias únicas!) e desembolsar fáceis R$ 300,00. Ah e outra coisa, a maior parte dos pratos são crus, entre sushi e sashimi e molhos diversos.
No meio da degustação, o chef passa para ver se os clientes estão gostando!

Segura esse shot de ostra com ouriço, gema de codorna, tabasco e ovas de salmão de boas-vindas então.

A uma altura dessas, o Floriano, que é conhecido por não botar uma gota de álcool na boca, já tava me acompanhando numa dose de sakê. E meio abobados com o que estava diante dos nossos olhos, deliramos com o kappo unagi, que em bom português significa terrine de foie gras com enguia.

Abre parênteses: o funcionamento do restaurante é um ballet, cara. Ouve-se uma música muito suave ao fundo, enquanto a equipe toda trabalha sem dar um piu e na maior concentração. O silêncio do time só é quebrado quando comensais adentram o salão, momento em que o próprio Murakami solta sua voz delicada e discreta com um sonoro “Irassae Masse”, que significa bem-vindo. Irassae Masse pra vocês, ovas de tainha seladas. Fecha parênteses.

Enquanto sunomono é a entrada da entrada da entrada nos restaurantes japoneses que estamos acostumados a frequentar, aqui sunomono de lichia tá lá pela terceira etapa. O Floriano parecia uma moça, porque só se ouvia gemidos a cada mastigada que ele dava.

Nesse momento a gente já tava dando soquinho na mão dos samurais e tentando decorar o nome dos pratos em japonês. Atum com foie gras, por menor que seja a descrição em português, em japonês era impronunciável. Assim como o sabor. Sexo e atum com foie gras não se descreve. Cada um sabe o que sente e deve guardar pra si.

Passo seguinte, o menos inspirador e saboroso, mas mesmo assim interessante: shake crispy, um carpaccio de salmão com legumes. Sabe quando o cara vai com tudo mas a comida não dá a resposta esperada? Foi meio assim com o shake crispy. Mas beleza, tava tudo tão bom que uma hora os caras tinham que servir alguma coisa nota 7.

Justo, porque os dois próximos passos prometiam. Seriam eles os dois únicos capazes de facilitar qualquer tipo (o mínimo que fosse) de comparativo com os demais sushis e sashimis que estamos acostumados a provar. Detalhe: pensando friamente agora, mostrando tudo o que foi servido até então, teria quem não acreditasse tratar-se de um restaurante japonês. Eles perguntariam: “mas cadê o sushi e o sashimi?”. O sashimi taqui ó, akagai, tairagai, ika, vieira e água viva. Em inglês pra não ofender os mais pudicos: Un-fuckin’-believable.

E os nigiris? Atendem pelo nome de atum, barriga de salmão, cavalinha, ovas de bacalhau com ovas de salmão e kobe beef. Vou casar com todos eles e seremos felizes para sempre. São tão perfeitos e econômicos que nem shoyo exigem. Chorem, seus nigiris consumistas capitalistas que para nos darem um mínimo de prazer, exigem quantidades abusivas de shoyo, catchup, mostarda, mel, limão, pimenta do reino e derivados. To comprometido agora!

Terminou? Tá cortando a unha, Ninja Gaiden? Nada, o bruxo tá raspando um wasabi fresquinho pra gente. Sim, porque descobri no momento exato deste click com meu celular que o que chamamos de wasabi nada mais é do que pasta de wasabi.

Wasabi mesmo é o que veio acompanhando esse bacalhau com confit de portobello. Bacalhau no sentido mais puro e delicioso que se tem notícia, sem frescuras, com o sabor mais sedutor e apaixonante que eu já provei. Que catêga hein! Essa sujeirinha aí de wasabi me fez transpirar, enquanto uma bolinha inteira da pasta de wasabi não me faz nem cócegas.

Pensando alto agora, me dei conta de que nunca comi tão pouco num restaurante japonês, mas ao mesmo tempo nunca me realizei tanto também. Não é fome, nem sensação de ter comido demais. É plenitude. Me dá um camarão frito com farinha panko e molho tonkatsu pra celebrar esse momento então.

Velho, só digo uma coisa: sashimi de Kobe Beef. Tá? Sério, não vou dizer mais nada. O Diego e o Geraldo talvez entendam a minha posição. Sashimi de Kobe Beef.

Tá, veio um ravióli de manga com sorvete de yuzu bom. Nada mais do que isso. Poderia ter ficado no sashimi de Kobe Beef. Ou em mais um sashimi de Kobe Beef.

Foi um show. Daqueles à la Cirque du Soleil. Sincronia, respeito, sensibilidade, timing, surpresas, emoções e suspiros. Custa caro (290 reais por pessoa), mas poderia ter sido beeem mais barato se não tivéssemos tomado sakê e se tivéssemos optado pelo menu degustação de 5 passos. Vocês teriam coragem? Nem nós!
Foto opinião do diogo c. sobre Kinoshita
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Total de opiniões: 23
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