Forte de Copacabana
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Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco, 1, Copacabana - Rio de Janeiro , RJ - Brasil - 22070-020

Telefone: 21 2287-3781

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Opiniões dos consumidores

Ia com minha tia tomar café da manhã na minha infância, já que ela adora passeios culturais.
Não lembro se já eram os cafés que lá se encontram, mas lembro que adorava as comidas que chegavam à mim.
Confesso que o por do sol e os canhões não me atraiam na época, mas a "bagunça" do passeio....nem me fale.kkkkkk
ótimo lugar para mostrar a colegas turistas ou não, renderá fotos maravilhosas....super recomendado.
(Inbox: O que acham de passearmos lá Angels?)
Para mim, que sou filha de militar e já fui militar, a visita ao Forte foi muito produtiva. Achei muito mais interessante lá do que certos museus que visitei em outros locais. Tudo é retratado nos mínimos detalhes, arrumado, enfim: muito interessante mesmo! A localização é linda. O ingresso custa 6 reais e paguei meia. Nas paredes, tudo está detalhado. Nas laterais há lanchonetes e também há famosa Confeitaria Colombo. Quem for, vá ao posto 6, pois vale muito a pena!
Pôxa, esse forte traz lembranças bem bacanas de um período mágico que residi na Cidade Maravilhosa, a vista tanto do amanhecer como o entardecer são deslumbrantes, de tirar o fôlego, e ainda podia praticar a pesca, com acesso restrito. Como todo bom local nesta cidade tem um forte ou fortaleza ocupado pelo Exército Brasileiro, esse era o primeiro para proteger a cidade do Rio, foi ordenada sua construção por D. João VI, mas o principal acontecimento foi em 1922, os chamados 18 do forte.
E pensar que existia apenas um pequena e solitária igrejinha, que deu nome ao bairro.
O Forte tornou-se museu em 1987, pelo ministro do Exército, o general Leônidas Pires Gonçalves, e assim permanece até hoje, e houve avanço com a instalação da confeitaria Colombo e o café 18 do forte.

Gostei muito de ter visitado forte,meus filhos conheceram armas que criança adora ver. Muito organizado e limpo.
Do rio pra mim onde conheci foi a vista mais linda das praias.
Muito caro as lembracinhas ,fora do normal não precisava de ser tão absurdo os preços.
Não teve nem como comer lá,pois bares e restaurantes estavam todos lotados,precisam aumentar os restaurantes para atender tantos turistas.
Pagamos 10,00 para entrar ,deveria ser de graça.

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Se estiver atrás da versão dos soldados sobre a parte história do Forte, é o que encontrará! Fora isso, acho um bom lugar passa passear no final de semana, com a família ou namorado(a), e aproveitar para tomar um café da manhã ou lanche da tarde. A vista é maravilhosa!

O Forte de Copacabana localiza-se na ponta de Copacabana, ao final da praia e bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de Janeiro.

O Museu Histórico do Exército / Forte de Copacabana, recebe aproximadamente dez mil visitantes mês, um dos mais belos cartões-postais da cidade. O turista pode escolher entre a visita restrita (apenas às áreas externas) e a completa (incluindo o interior do forte e o Museu histórico militar.


O grupo gerador do forte fornecia energia elétrica ao bairro de Copacabana;

Os tiros da artilharia do Forte eram anunciados pelo toque de uma sirene, para que os moradores das vizinhanças pudessem abrir as janelas de suas casas, para que as vidraças não quebrassem.

Alguns soldados da atual guarnição, envergam o uniforme histórico da época da inauguração, em 1914.
O museu preserva em acervo itens curiosos, como uma mecha dos cabelos de Napoleão Bonaparte e fragmentos da bandeira do Brasil, portados pelos revoltosos de 1922.
Eduardo Gomes, um dos sobreviventes da revolta de 1922, teve a genitália atingida por um tiro. Posteriormente, fez da bala que o castrou um chaveiro (porta-chaves).
Um monumento em bronze em homenagem a Siqueira Campos, de autoria de H. Bertazoni com baixos relevos de José Rangel e I. Paraná foi inaugurado em 1936. Constitui-se em uma herma sobre um pedestal revestido em granito, atrás da qual, numa placa de mármore está afixado um alto relevo, também em bronze.
Durante muito tempo, no espaço do Museu reservado à Força Expedicionária Brasileira, o destaque foi a figura da oficial Major-enfermeira Elza Cansanção Medeiros.


O projeto para construção de uma fortificação na ponta da Igrejinha (Igreja de Nossa Senhora de Copacabana), ao final da então praia de Sacopenapã, remonta à época da transferência da capital do Brasil, do Salvador para o Rio de Janeiro (1763). Sob o governo do Vice-rei D. Luís de Almeida Portugal (1769-1779), foram iniciadas obras para esse fim, em 1776, na iminência de uma invasão espanhola que se materializou no ano seguinte (1777) contra a Colônia do Sacramento e a ilha de Santa Catarina, no sul do Brasil. Talvez por essa razão, as obras desse pequeno forte jamais foram concluídas.

À época da transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), D. João VI determinou para o local o projeto de um novo forte, que principiado em data ignorada, somente foi artilhado em 1823, na conjuntura da Guerra da Independência do Brasil, quando se receava um ataque da Armada Portuguesa à capital da nação recém-emancipada. Posteriormente, à época do Período regencial brasileiro, juntamente com as demais fortificações do país, foi desarmado em 1834.

À época do Segundo Reinado, no contexto da Questão Christie, encontra-se relacionado entre as defesas do setor Sul (Fortificações de Copacabana) no Mapa das Fortificações e Fortins do Município Neutro e Província do Rio de Janeiro de 1863, no Arquivo Nacional (CASADEI, 1994/1995:70-71).

No período republicano, quando da Revolta da Armada, a antiga posição voltou a ser artilhada em 1893, embora fosse patente a sua incapacidade para impedir a saída das belonaves da Armada pela barra da baía de Guanabara. Alguns anos mais tarde, um contencioso diplomático com a República Argentina, em função de demarcação de fronteiras - a Questão de Palmas -, levou a que o Estado Maior do Exército encomendasse o projeto de uma nova fortificação para o local. O encarregado foi o Major Engenheiro Augusto Tasso Fragoso, que esboçou uma moderna fortificação, dotada de seis canhões de longo alcance. Tendo a questão chegado a bom termo por arbitramento à época (1895), o projeto da nova fortificação foi engavetado.

Em 1902 jaziam abandonadas no local, quase soterradas pela areia, sete peças remanescentes da sua antiga artilharia (Museu Histórico Forte de Copacabana).

A fortificação definitiva do local só viria a se materializar quando o Marechal Hermes da Fonseca (1855-1923) ocupou a pasta de Ministro da Guerra no governo do Presidente Afonso Pena (1906-1909) (BARRETO, 1958:244).

Um ótimo passeio, com vários restaurantes e museu para curtir
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