Endereço: Rua Barão do Triunfo, 1213, Campo Belo - São Paulo , SP - Brasil - 04602-005

Telefone: 11 5536-4982

Preço: $$$$  (De R$26 até R$50)

Fundado há mais de 30 anos, o Die Meister Stube é um restaurante encantador que coleciona prêmios, elogios e receitas maravilhosas. Com arquitetura e gastronomia alemã, o Die oferece pratos fartos e com ótimo custo-benefício. Grande parte dos pratos que estão no menu são compostos por receitas herdadas pela família da chef, o que garante muito mais qualidade no preparo de cada um deles.

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Opiniões dos consumidores

Já tinha lido algumas opiniões no Kekanto e morria de vontade de conhecer o Die Meister Stube. Pois fui parar lá domingo passado (dia de eleição), com um casal de amigos do meu namorado.
Chegamos lá umas 16 h e não havia mesas disponíveis; no entanto, a nossa espera de 20 minutos não levou nem 5 =) Mas, infelizmente, os pratos demoraram um tempo desagradável para chegar =(

O restaurante possui um cardápio bem vasto, que conta tanto com especialidades alemãs quanto com pratos mais brasileiros. Todos os pratos alemães servem 2 pessoas, a não ser que esteja indicado o contrário, e o preço é sensacional: exceto um prato de R$ 90 (o Schlachtplatte, que vem com várias carnes, batata e chucrute), todos os outros ficam entre R$ 44 e R$ 55.
Eu e meu namorado pedimos o Paprikaschnitzel, um escalope de porco à milanesa ao molho de páprica, acompanhado de bolinhos de pão (recheados, é claro, com mais porco) e spätzle, uma massa alemã. O prato custou R$ 49 e estava muito gostoso!! Admito que não sou a maior fã do mundo de Paprikaschnitzel, mas valeu bastante a pena!! E o tamanho também foi bem suficiente para duas pessoas.
Nosso casal de amigos pediu um Pato à Berlin, assado ao molho madeira, acompanhado de repolho roxo e batata sauté (R$ 55). Eu experimentei apenas o pato e achei muito saboroso!
Para beber, pedimos uma Erdinger (R$ 15,50, 500mL) e o outro casal pediu sucos (R$ 5,50).

Aproveitando que o prato era barato.... é claro que pedimos sobremesa! O Apfelstrudel (R$ 15) estava muito gostoso, bem suave e pouco doce (e até o chantilly que o acompanhava era pouco doce); e a torta de chocolate (que era a Torta do Dia, R$ 13) tinha uma consistência muito cremosa e um gosto delicioso. Muito boas!!

O local fica dentro do clube Kolping, um clube alemão. Se você não é sócio ou não conhece o local, fique tranquilo! O restaurante é a primeira construção à esquerda, logo na entrada. Fácil de achar e você não corre o risco de se sentir um “intruso” ;)
Além disso, o bairro é bem tranquilo e é fácil achar vaga na rua.

No fim das contas, um ótimo almoço saiu por menos R$ 50 por cabeça, com direito a sobremesa. Adorei o lugar, a comida e a tranquilidade que reina lá dentro. Voltaria fácil!!

Graças aos alemães temos o pára-quedas, a aspirina, as lentes dos óculos, o raio-X e – mais importante que tudo – a cerveja com salsichão e batata frita. Graças às guerras na Europa e uma certa maluquice de nosso Império, o Brasil é o único lugar do mundo onde há colônias alemãs. E graças a uma destas colônias – a de Santo Amaro – temos em São Paulo coisas como o Mosteiro de São Bento, o Clube Pinheiros, o Hospital Santa Catarina e, claro, muita cerveja com salsichão e batata frita.
Prometo ser breve nessa história, que é mais ou menos assim: na ocasião do casamento de Dom Pedro I com Dona Amélia de Leuchtenberg, o imperador solicitou que trouxessem ao Brasil europeus dispostos a trabalhar na lavoura em troca de terras. Com a crise atacando principalmente a Alemanha, muitos desses colonos vieram de lá. Distribuídos por regiões assim que chegaram ao Brasil, parte deles foram encaminhados a São Paulo, onde receberam terras na região de Santo Amaro.
Nessa leva vieram famílias como os Gottfried, os Kasper, os Klein, os Sellig e os Ulrich (olha aí, Rodone, tinha uns por aqui também), entre outros, que formavam um grupo de pouco mais de cem famílias.
O acerto era que, além das terras, receberiam assistência social, ferramentas e sementes – o que, obviamente, não aconteceu. A sorte é que qualquer camponês alemão parece ser mais organizado que qualquer governo brasileiro e, aos poucos, toda a região de Santo Amaro, Moema, Campo Belo e Brooklin passou a ser – a até hoje é – conhecida pela forte influência alemã.
É ali que vamos encontrar o Die Master Stube, restaurante alemão dentro do Kolpinghaus, clube alemão que oferece os esportes habituais e uma série de atividades culturais, como xadrez, filatelia e filmes e espetáculos teatrais falados em alemão.
Criado há mais de 30 anos, o “Die Master” é comandado pela simpática Helga Mathi, filha de alemães que cuida pessoalmente de todos os detalhes da cozinha, incorporando ao cardápio um grande número de receitas herdadas de sua família.
A “Casa do Mestre” ocupa uma casa com muitos detalhes em madeira escura e simpáticas janelinhas com cortinas brancas. Lá dentro, várias mesas de madeira com toalhas brancas e vermelhas. E só. O resto cabe às delícias do cardápio.
Dizem que o principal propósito da comida alemã é manter o corpo aquecido no rígido inverno do país. Daí o alto grau calórico dos ingredientes. Brincadeira ou não, o fato é que a carne de porco parece ser o principal ingrediente da maioria dos pratos, que aqui costumam ser muito fartos.
Para muitos, petiscos como a lingüiça branca, o bolinho de carne ou o salsichão aperitivo já costumam satisfazer os menos comilões, mas vale experimentar pratos como o Paprikaschnitzel (escalope de porco à milanesa ao molho páprica, acompanhado de nhoque alemão e bolinho de pão), o Pato à Berlim (pato ao forno com molho madeira, com batata gratinada e repolho roxo) ou o Leberkäse à cavalo (um bolo de carne suína prensada, companhado por dois ovos fritos, cebola e batata frita).
A maioria dos clientes, no entanto, devora sem dó o Schlachplatte, um gigantesco combinado que inclui Eisbein (joelho de porco), Kassler (costela de porco), chouriço, patê de fígado, salsichão, lingüiça branca, salsicha Viena, batata cozida e chucrute.
Adolph Kolping, criador da Obra Kolping – movimento social, popular e católico a serviço do trabalhador e sua família, e que dá nome ao clube – dizia que “Deus dá a felicidade, mas o homem tem que percebê-la”. Ao que parece, conhecer o Die Master Stube já é um bom caminho para isso.

Este es um restaurante p tu vires c a tua familia e com amigos de fora da capital!
Peças o paprika schnitzel (tanto faz, de porco ou de filet mignon), mas peças o tamanho inteiro, pq das p duas pessoas de boa, e tres +ou-.... mas es uma delicia.
Só nao peças POR FAVOR, o prato do Pato, pq alem de vires so cheio de ossos e pouca carne, tu ainda t q ouvir e ver piadas totalmente desnecessarias de um garçom metido a "dono" do restaurante!
Tirando isto, e chegando ou MTO cedo, ou extremamente tarde do dia (tipo umas 16 horas) tu vais conseguir comer bem, pq nao t prato frio e mto menos cara fechada de garçons
Fui muitas vezes aí, porém fui duas vezes com amigos alemães e os dois aprovaram e gostaram muito. Experimente o Schlachtplatte, vem uns 3 tipos de salsicha, o joelho de porco Einsbein, a bisteca grelhada Kassler, o sauerkrauts, que chamamos de chucrute, não sei porquê. Enfim, tem muitos outros pratos típicos e não típicos, como o estrogonofe. Comida farta, precinho justo e boa!

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Talvez o melhor alemão do Campo Belo fica dentro do clube Kolping. Tradicional desde a entrada até o prato principal. Com cortinas brancas de renda presas pelas barras nas laterais das janelas, detalhes em madeira escura nas paredes e cadeiras com estofamento bordô acolchoado e babados dão este ar acolhedor da tradição alemã. Fui ao restaurante procurando um bom Paprika Schnitzel com Knödel (os bolinhos de semolina com recheio de bacon) e esse ainda acompanha o Spaezle (um tipo de macarrão alemão). Minhas saudades eram para o Paprika Schnitzel do ex alemão Birsmarck na Av. Ibirapuera que infelizmente fechou. Esse me fez lembrar sim o do antigo Bismarck mas com um molho um tanto apimentado (eu gosto) fez de uma antiga proposta um novo e delicioso prato de filet mignon empanado com esse incrível molho de Paprika picante conquistar meu paladar. Lembrar do antigo Bismarck não digo que lembrou. Vamos dizer que foi uma nova e bem feita versão. O preço é convidativo. Os manobristas na porta são gentis e não cobram nada fazendo da visita mais praseirosa daquelas que lembram os antigos restaurantes. O ambiente familiar, e lotado, pelo menos no feriado, faz com que tenhamos a certeza de que tudo isso dá certo e que mantém os antigos clientes assíduos há anos e os antigos donos também. Parabéns a casa pela receita de atendimento de tantos anos que perdura até os dias de hoje. Mesmo que os garçons, com aquelas gravatinhas borboletas, tenham um pouco de pressa demais ao servir eles tentam ser agradáveis. Faz parte! Para quem gosta de tradição eles tem um prato cheio!
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