Bar Amigo Gianotti

nota 4.2 de 5 em 23 opiniões
| Rank: 78º de 1111 | Bares e Botecos

Endereço: Rua Santo Antônio, 1106, Bela Vista - São Paulo , SP - Brasil - 01314-001

Telefone: (11) 3211-3256

Preço: $$$$  (De R$26 até R$50)

Fundado em 1983 por Antônio e Midya Gianotti, o bar Amigo Gianotti traz como carro-chefe as Fogazzas, feitas de uma receita especial da avó de Midya. Em um ambiente pequeno que lembra os botecos de antigamente, as boas pedidas são a de calabresa e a de chocolate. A casa oferece refrigerantes e cervejas bem geladas.

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Opiniões dos consumidores
Gente!!! Esse fds fui conhecer esse bar pois queria participar do comida di buteco e o aperitivo deles me chamou a atenção. Concordo que o lugar fica em uma rua meio escura com outros bares suspeitos ao redor, mas entrando lá o melhor ainda está por vir: a comida!!! Pra começar pedimos o tal aperitivo que é bolinho de arroz com provolone. a princípio pedimos a porção inteira com 10 bolinhos, mas hora que vi o tamanho dos bolinhos decidi trocar pra meia porção com cinco: são enormes!!! Coisa que, na minha opinião, eles deveriam avisar, para que no fim vc não coma só isso....rs.....eles estavam muito bons!! Vêm acompanhado de 5 molhos. Mas o melhor da noite ainda estava por vir: a fogazza!!! Pedimos uma só de brócolis com alho com queijo parmesão. Nossa!!!! Mto boa mesmo, mas ainda bem que só pedimos uma pq elas são realmente grandes e pra quem já tinha comido os bolinhos....r.s..... Os bolinhos custaram 25 e a fogazza 17,9..... td muti bom!!!

É com grande alegria que venho aqui contar que voltei no Amigo Gianotti esse final de semana e com uma ilustre companhia....o Gabú do Blog "Soy loco por ti coxinha" e a experiência foi incrível e portanto irei fazer outra resenha mais completa a respeito!

Pra quem pensa que o famoso bairro italiano em São Paulo tem apenas Cantinas, se engana feio. Ali na Rua Santo Antônio já próxima a Rua 13 de Maio está uma versão bar/boteco das clássicas cantinas: é o Bar do Amigo Gianotti.

Ao passar pela rua, a simplória fachada até assusta com o seu minúsculo tamanho e sua pouca iluminação, mas isso faz dele um dos melhores exemplos do verdadeiro conceito de Boteco.

Ao passar pela porta, o cliente recebe um emaranhado e overdose de imagens que chegam a ser confusas. São camisetas de outros bares clássicos em SP, como o tradicional Bar do Luiz Fernandes, antiguidades como o santinhos do Getúlio Vargas e Ademar de Barros, broches da vassoura que Jânio Quadros distribuiu em sua eleição até um enorme jacaré pendurado na parede.

Tudo isso mostra como o clássico bar, fundado na década de 70 pela família Gianotti é realmente antigo e velho! Isso porque o imóvel já existia desde 1910.

Tamanha verdade é constatada pela inclusão do Bar na pré seleção em um Projeto da credenciadora de cartões CIELO, chamado "Sucesso na Certa", onde a empresa irá escolher 8 estabelecimentos que serão totalmente reformados no intuíto de ajudar o logista a vender mais. E acreditem..... quem mandou a história para cocorrer à tudo isso foi uma cliente.

Todos que vão até lá presenciam a impagável simpatia do Sr. Gianotti, fundador do Bar e do seu filho Savério, que é o chef de cozinha. Isso prova que o Bar tem toda a família envolvida.

O bar realmente é muito pequeno. Não existe separação entre banheiro masculino e feminino. Existem sim dois banheiros, mas ambos unissex! Já ali próximo à cozinha há uma escada caracol apertadinha que leva o cliente para um andar superior bem pequenino também. Uma grande parte dos clientes preferem carregar cadeiras para a calçada e apreciar o bom e velho bixiga.

Mas além do atendimento nota 10, o que mais faz esse bar (que precisa passar por uma ampliação e reforma urgente) dar tão certo?

Acontece que é nesse bar que é servida melhor fogazza da cidade! Elas são gigantescas, recheadíssimas e feitas ali na hora para o cliente. Tem de vários sabores com variações entre R$ 13,90 à R$ 19,90. São individuais, mas dá pra servir duas pessoas sem stress de tão gigantes que elas são.

Provamos a de calabresa e a de pepperoni.

Qual estava melhor? Impossível responder......... o único problema é que devido ao fato de tudo ser fresquinho, alguns recheios vão acabando ao desenrolar da noite.

Isso porque depois ainda pedimos de sobremesa uma fogazza de chocolate!! PERFEITO!

Além das famosas fogazzas, a casa oferece petiscos de alta qualidade, como os concorrentes e um deles até premiado, do extinto Boteco Bohemia: Croquenotti, Bolinotti e Bolinho da Nona. Todos na casa dos R$ 30,00.

Inclusive a nossa primeira visita ao bar foi na época do evento, em 2008, onde provamos o Bolinho da Nona. Outro destaque são as massas. Estamos desesperados para provar o famoso NHOQUE do dia 29, que segundo a tradição traz muita sorte!


A cerveja vem geladinha, com pouca variedade, mas o suficiente para acompanhar os belos quitutes, na casa dos R$ 6,00.

O Bar funciona apenas à noite, abre às 19 horas e principalmente em finais de semana vai até quase ao amanhacer, sendo assim o seu público varia desde pessoas da pré-balada, pós balada ou até mesmo a própria noitada por ali mesmo!

Só um detalhe: Eles não aceitam cartão de crédito!

CIA DOS BOTECOS -
Foto opinião do Vânia MG sobre Bar Amigo Gianotti

Um provérbio italiano afirma que “felicidade é: pão, amor e vinho”. Deve ser verdade. Para os italianos, principalmente, pois não há como negar que se trata de um povo simpático, festeiro e que gosta muito de comida.
Exemplo maior disso tudo é o senhor Antonio Gianotti, imigrante da “Velha Bota” que há mais de 40 anos resolveu montar no Bexiga um boteco com jeito de cantina, onde pudesse atender e conversar pessoalmente com a freguesia enquanto a empanturrava de cerveja gelada e boa comida. O nome do bar não poderia ser mais apropriado: Amigo Gianotti.
Para montar o bar, o hoje octagenário senhor escolheu aquela que provavelmente foi a menor casa que encontrou, e que já devia estar por lá antes mesmo de inventarem o Bexiga, embora o gesso da fachada com as cores italianas indique que sua construção seja de 1910.
E para completar decorou-o do modo mais confuso que se pode imaginar, misturando coisas como santinhos do Getúlio Vargas e broches da “vassourinha” de Jânio Quadros com camisetas de outros bares, a camisa da “Squadra Azurra” campeã de 2006 e um enorme jacaré empalhado.
Nada disso, nem o fato de o bar abrir bem depois da maioria dos outros, impediu que o minúsculo boteco se tornasse ponto de partida, de passagem ou de chegada para baladeiros ou para a moçada da região, que o lota madrugada adentro, espalhando mesas pela calçada para curtir a Bela Vista. O motivo? Simpatia, cerveja gelada e comida boa, muito boa…
O boteco andou participando (e sendo premiado) de alguns concursos graças a petiscos como o Croquenotti – um croquete feito com massa de nhoque recheado com provole e parmesão – o Bolinotti – bolinho de lingüiça calabresa curada com ricota, empanado com macarrão cabelo-de-anjo – e o Bolinho da Nona – um bolinho de carne cozido na cerveja preta envolto empanado em uma massa com um mix de castanhas.
Mas as estrelas da casa são mesmo as fogazzas. Não confunda com a focaccia, espécie de pão recheado assado, originário da Ligúria. A napolitana fogazza é uma espécie de pizza frita, na forma de um imenso pastel, que ali podem ser devoradas em tamanho gigantesco, com 12 recheios diferentes, que misturam ingredientes como mussarela, calabresa, atum, frango, provolone, pepperoni e outros, todas fartamente recheadas, listadas verbalmente pelo próprio Gianotti e seus descendentes, já que tudo é tão pessoal que, além de não aceitar cartão de crédito e ficar aberta quase até de manhã, a casa não tem um cardápio escrito.
Luís Fernando Veríssimo diz que a cozinha italiana é, no fundo, um pretexto para reunir a família à mesa o maior tempo possível, o que explica um pouco a constante fartura e a visível felicidade no rosto das pessoas.
Neste boteco de alma italiana ela é motivo para passar horas muito agradáveis batendo papo com os amigos, tomando cerveja geladíssima e ouvindo as deliciosas histórias do sr. Antonio, seu filho Savério e seu neto Toni Gianotti, que passam a noite de mesa em mesa distribuindo simpatia e bom humor.
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